
Quero fazer o que amo
Uma das campanhas de maior sucesso na área de educação da Bahia voltou cheia de novidades e muito mais dinâmica. “Quero fazer o que amo” chega ao 3º ano de sucesso, através de uma parceria com a Click Interativo, que dura desde a primeira edição.
A campanha é sempre uma grande surpresa, levando aos futuros universitários informações relevantes sobre cursos e profissões, entrevistas com profissionais, detalhes do campo de atuação, salários, áreas de crescimento e outras questões que, a cada edição, ganham novas formas e conteúdos. Desta vez, o site conta com três “caras” diferentes que são modificadas durante a semana e têm como tema principal “A busca é a inspiração para grandes conquistas”.
Expandir horizontes e conquistar seu espaço são as temáticas abordadas pela campanha. Mais uma vez, “Quero fazer o que amo” auxilia os candidatos a escolherem bem a profissão que pretendem seguir. E a UniJorge também acertou: escolheu a Click!
Acesse www.querofazeroqueamo.com.br e confira as novidades.

HTML
Quem acessa a internet desde seu início comercial – meados dos anos 90 – acompanhou a evolução da rede mundial em diversos aspectos. Um dos pontos que mais sofreu mutações foi a interface: de páginas estáticas e meramente informativas, até interações complexas permitidas por meio de tecnologias como o Ajax. Por trás de todo esse desenvolvimento, está uma linguagem que poucos vêem, mas que é a base de um mundo de páginas da web: o HTML, casamento entre os padrões HyTime e SGML, que surgiu no início dos anos 90.
Depois de mais de dez anos do lançamento da última versão da linguagem, o HTML 4, o Web Hypertext Application Technology Working Group está dando os últimos passos para anunciar a tão esperada versão 5. A último draft foi anunciado no início do ano e as cerca de 500 empresas que participam do grupo devem enviar suas correções e sugestões até o final de junho de 2009. A partir daí, cria-se o padrão de fato para que aplicações e browsers possam se adequar às novas funcionalidades.
Novas funções
“A ideia é que ele seja liberado em 2010. O principal destaque do HTML 5 é a possibilidade de agregar no código comando para áudio e vídeo”, afirma Vagner Diniz, gerente geral do W3C Escritório Brasil, consórcio que define os padrões técnicos a serem utilizados na web. São comandos específicos no lugar das tags quebra-galhos usadas hoje em dia. As famosas object e embed poderão ser substituídas pelas etiquetas e , para inclusão dos respectivos objetos multimídia.
As novas tags trazem funções interessantes de maneira nativa, excluindo a necessidade de embutir elementos externos nas páginas. Funções obtidas com o uso de Ajax, como os movimentos de arrastar-e-soltar itens de uma página, poderão ser chamadas direto do código HTML. “O Javascript faz referência a elementos do HTML. Como o HTML terá novos elementos, então o Ajax também será aprimorado”, afirma Carlos Ceccone, analista de projetos do W3C.
Aplicações baseadas na web também serão mais ágeis, pois menos dados serão requisitados de servidores. O HTML 5 inclui a possibilidade de inserir APIs dentro do código. O acesso local às informações facilitará funções de cache, busca e o acesso off-line de serviços da web. O plugin Google Gears, por exemplo, já é compatível com HTML 5, assim como o Adobe Air. Mas o grande burburinho começou após a apresentação do novo Gmail para dispostivos móveis que já utiliza recursos do HTML5, como pode ser visto na apresentação do VP de engenharia do Google, Vic gundotra.
Diniz também atenta para a limpeza do código. Uma mesma página escrita em HTML 5 será bem mais simples do que a em HTML 4. Para o desenvolvedor, ficará muito mais simples de programar. É possível ver uma comparação de uma página de um blog escrita nas duas versões da linguagem no site Hobo Web.
Outra novidade é a incorporação de funcionalidades de tecnologias para gráficos dinâmicos, como o Flash e o Silverlight. Será possível criar animações com gráficos vetoriais diretamente no código, com o uso da tag <canvas>. A web semântica também começa a aparecer no HTML 5 – em vez de enxergar um elemento título, legenda ou parágrafo, a linguagem conseguirá interpretar o conteúdo que está naquela caixa de texto.
Navegadores compatíveis
Mas não basta o padrão HTML chegar em sua versão 5 e os browsers não se adequerem para conseguir a renderização completa das novas funcionalidades. A página na Wikipedia lista não só as novidades do HTML 5, como mostra qual ferramenta já faz a renderização adequada das novidades.
Cada browser tem seu engine ou adota um já existente. O Internet Explorer, inclusive na recente versão 8, utiliza o Trident. O Gecko, da fundação Mozilla, é utilizado pelo browser Firefox, entre outros; o WebKit, desenvolvido pela Apple a partir do engine de código aberto KHTML, é usado no Safári, no Google Chrome e nos celulares Nokia. Já o Presto é a ferramenta do Opera.
O W3C disponibiliza regurlarmente um estudo com comparações entre HTML 4 e 5, na medida em que a recomendação HTML 5 avança.
Fonte: Info OnLine

Obama
Mais de metade dos adultos dos Estados Unidos usaram a internet para participar da eleição de 2008, segundo estudo do Instituto Pew divulgado nesta quarta-feira (15). Foi a primeira vez que esse limite foi superado.
Cerca de 55% procuraram notícias políticas na rede, pesquisaram as posições de candidatos, debateram questões ou participaram de alguma forma da eleição pela web, segundo o Projeto Vida Americana e Internet, do instituto Pew.
Novas formas de comunicação virtual, como blogs, sites de relacionamento e sites de vídeos tiveram um papel relevante, de acordo com a ONG.
Outras conclusões
- 43% dos usuários de internet assistiram a vídeos on-line relacionados com política e eleição;
- 33% dos usuários compartilharam conteúdo político com outrem;
- 52% dos usuários de redes sociais as usaram para fins políticos.
A internet cresce constantemente como fonte de noticiário político desde 2000, quando 11% dos eleitores iam à rede para se atualizar. Em 2008, foram 26%.
Superando a mídia tradicional
Entre os eleitores jovens e os usuários de banda larga, a internet já supera a mídia tradicional (rádio, TV, jornais), segundo a pesquisa.
O candidato democrata Barack Obama usou a web para mobilizar um exército de voluntários que o ajudou a derrotar o republicano John McCain no pleito de 4 de novembro.
Os seguidores de Obama tendiam a ser mais engajados na rede do que os de McCain, segundo o estudo. Enquanto 26% dos eleitores obamistas ativos na internet postavam seu próprio conteúdo e ideias num fórum on-line, apenas 15% dos simpatizantes do republicano participavam, por exemplo.
O instituto Pew entrevistou 2.254 adultos entre 20 de novembro e 4 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.
Fonte: Globo.com

Spam
Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seria suficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.
Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de 3,1 milhões de carros por ano.
A empresa estima que 62 trilhões de e-mails spam foram enviados em 2008.
Segundo o estudo, mais da metade da energia consumida por spams é provocada por usuários perdendo tempo em frente ao computador selecionando e apagando e-mails e procurando as mensagens que são realmente relevantes.
O estudo da McAfee, empresa que oferece serviços antispam, afirma que sistemas de filtragem de e-mails indesejados economizam 135 bilhões de kilowatts-hora por ano – o que teria o mesmo impacto ambiental de se retirar 13 milhões de carros das ruas por ano.
Fonte: Globo.com
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