
Código 5
Como havíamos prometido no mês passado, muitas novidades estão chegando na área. A mais recente delas é o novo site da Código 5, agência de publicidade baiana que atua em diferentes ramos de atividades, como alimentação, entretenimento, educação e serviços.
O novo site – que pode ser conferido no endereço www.codigo5.com.br -, traz o foco nos cinco sentidos fundamentais do ser humano. Visão, audição, olfato, paladar e tato proporcionam sensações e percepções diversas, mantendo as empresas na memória dos clientes. E a Click Interativo contribui para que a Código 5 não saia da sua cabeça.
Surpreenda-se em todos os sentidos. Visite o site!

Unijorge.com
Foi em maio de 2008 que a Unijorge inovou no conceito de educação, implantando a modalidade de ensino à distância. A partir daí surgiu a Unijorge.com, que possibilita aos novos alunos um intercâmbio cultural e de conhecimento acadêmico com pessoas de diferentes lugares. A qualificação é proporcionada através de um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), acessado através da internet.
Então, o que seria do ensino à distância se não houvesse um site que facilita a aprendizagem, através de recursos de vídeos, chats, fóruns, blogs e biblioteca digital? Esta foi a contribuição da Click Interativo, que reformulou o Unijorge.com, tornando-o muito mais atrativo e dinâmico, sem esquecer da relação entre alunos e professores. Lá, além de compartilhar conhecimentos, o estudante pode se informar sobre as novidades da área que pretende atuar, conhecer novos cursos oferecidos e assistir a vídeos que tratam de temas relevantes para uma carreira de sucesso.
O novo site da Unijorge.com já está no ar. Confira!


Senado Federal
Na noite de ontem (8), a Câmara dos Deputados terminou o processo de apreciação de todos os destaques e emendas que visavam alterar o texto apresentado pelo relator Flávio Dino, deputado federal pelo PCdoB (MA).
O projeto aprovado, entre outras reformas, insere regras para o uso geral da internet nas campanhas eleitorais, e agora vai para discussão e votação no Senado Federal. Se o projeto for alterado na votação dos senadores ele terá que retornar à Câmara.
A proposta aprovada ontem prevê que os candidatos possam usar blogs, redes sociais, microblogs e sites de mensagens instantâneas para realizar a campanha, porém, só será permitido conteúdos permitidos pelo candidato, partido ou coligação. Textos de terceiros estão proibidos.
Até o momento, os candidatos só podem utilizar sites com domínio “.can.br”, o que deve mudar caso a nova lei seja aprovada.
Na internet, segundo o projeto de lei, valerá o princípio de direito de resposta que já acontece na televisão. Se houver calúnia ou difamação, os candidatos terão espaço para responder nos veículos online.
Os candidatos também poderão enviar mensagens eletrônicas, seja por SMS ou por newsletter, para endereços cadastrados em sites próprios, do partido ou da coligação. Mas é obrigatório que todas as equipes de campanha insiram um mecanismo que permita que o eleitor pare de receber as mensagens e saia do cadastro em 48 horas.
Outro item do projeto aprovado pela Câmara é a possibilidade dos usuários comuns usarem ferramentas produzidas individualmente para declararem apoio a candidatos em blogs ou sites pessoais – desde que não ofendam outros políticos.
A publicidade online também foi regulamentada no projeto. Mas deve ganhar restrições e deve ser um dos mais debatidos no Senado.
Portais de internet com conteúdo editorial poderão promover debates entre os candidatos desde que dois terços dos candidatos aptos para o pleito concordem (para as eleições presidente, governado e senador) ou a aceitação de pelo menos dois terços dos partidos ou coligações com candidatos (para as eleições de deputados estaduais e federais).
Para valer nas eleições do ano que vem, o projeto da reforma eleitoral precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado pelo presidente da República até o começo de outubro, um ano antes da eleição de 2010.
Fonte: Info Exame

Internet
Anunciantes online estão propondo uma mistura de educação ao consumidor, revelação sobre que informações estão sendo coletadas e proteções especiais para crianças e para informações sensíveis, em um esforço por evitar a adoção de leis mais duras.Quatro importantes organizações setoriais de publicidade -American Association of Advertising Agencies, Association of National Advertisers, Direct Marketing Association e Interactive Advertising Bureau – delinearam seus “princípios de autorregulamentação”.
Há muitas críticas no sentido de que informações excessivas estão sendo recolhidas sobre os usuários de Internet, e que esses dados estão sendo distribuídos de maneira ampla demais e armazenados por tempo demais.
Os princípios exigem que os anunciantes online escolham um símbolo que seria usado por todos os sites para encaminhar os usuários a uma página na Internet na qual poderiam descobrir que informações estão sendo recolhidas sobre eles, e possivelmente optar para que isso não aconteça.
“As pessoas poderão determinar que informações não sejam recolhidas sobre elas para fins de publicidade comportamental online”, disse o advogado Stuart Ingis, sócio do escritório Venable, que trabalhou para definir os princípios.
Informações sobre crianças e de natureza sensível sobre todos os usuários de computadores estarão sujeitas a padrões mais severos.
Não será autorizado recolher informações sobre “crianças que eles (os anunciantes) saibam menores de 13 anos, ou em sites dirigidos a crianças com menos de 13 anos, para fins de publicidade comportamental”, afirmou o grupo em sua proposta de regulamentação.
As normas requerem “consentimento para que sejam recolhidos números de contas financeiras, números de previdência social, receitas farmacêuticas ou fichas médicas de um indivíduo específico para fins de publicidade comportamental online”.
Fonte: Reuters
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