Na segunda-feira desta semana, o Twitter divulgou o resultado de uma pesquisa através de infográficos, os países e as cidades que a Mídia Social é mais popular.
O Brasil se encontra na 3º posição do ranking, sendo que em 1º lugar mostra-se os Estados Unidos e em 2º a Indonésia.

Dentro do nosso país, São Paulo e Rio de Janeiro lideram o mapa, sendo seguidos por Curitiba e Porto Alegre.


Aplicativos rodando em redes sociais geram recomendações de produtos e ampliam o poder do boca-a-boca. Bom para o e-commerce, que poderá vender mais apoiado em confiança e reputação.
Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.
Uma coisa que não mudou nessa história é o boca-a-boca. Eu confio mais no que meu amigo diz sobre um produto do que no que o vendedor diz – é um jogo de interesses, o meu amigo ganha reputação, seja elogiando seja falando mal, enquanto a percepção geral é a de que o vendedor só ganha se falar bem.
Usuário confia mais em opiniões pessoais. Veja a tabela abaixo.

Uma pesquisa recente da Nielsen mostra que isso é verdade também na web: no mundo inteiro consumidores confiam mais na opinião de estranhos (70%) ou de conhecidos (90%) do que em qualquer outro tipo de propaganda.
A web trouxe os aplicativos sociais
Uma coisa que mudou radicalmente a maneira como nos relacionamos (entre nós e com os bens de consumo) foi o software e a rede: a web.
Desde o início a web trouxe consigo aplicativos que ajudavam as pessoas a se relacionarem e se comunicarem, como o e-mail e os fóruns, entre outros: aplicativos sociais.
E surgiram os grandes jardins fechados que conseguiram quase “monopolizar” a mediação das relações entre amigos: as grandes redes sociais como Orkut, Facebook e MySpace. Essas redes sociais amplificaram o boca-a-boca: quanto maior a facilidade de comunicação, maior o impacto da opinião do consumidor nas vendas.
Os aplicativos ajudaram Facebook a sair na frente na guerra das redes sociais. OpenSocial segue a tendência.
Os jardins fechados não funcionam muito bem na web, ambiente arquitetado para ser aberto. Quem primeiro entendeu isso e executou a estratégia de maneira magistral foi o Facebook, que abriu sua plataforma para que qualquer outra empresa, qualquer desenvolvedor possa criar aplicativos sociais dentro da sua rede.
As outras redes não puderam ficar fora da tendência e chegaram muito depois, mas de maneira ainda mais aberta, criando um padrão livre para aplicativos sociais que seria implementado em todas as outras redes sociais exceto o Facebook: o OpenSocial.
Empresas de e-commerce podem aproveitar os aplicativos em redes sociais para gerar recomendações de produtos do usuário para amigos. Criando aplicativos como estes e adicionando-os como módulos em redes sociais, as lojas virtuais podem finalmente aproveitar de maneira relevante o poder da opinião dos consumidores e o seu impacto na decisão de compra.
Um bom exemplo é o Reading List da Amazon, no LinkedIn. É um aplicativo no qual o usuário pode adicionar os livros que leu ou está lendo e assim enriquecer seu perfil profissional.
Listas de desejos, listas de casamento, produtos que representem meus gostos pessoais, produtos que eu recomendo para amigos, aplicativos que são úteis para nichos específicos e que envolvem produtos…
As idéias não acabam e todas têm algo em comum: um mote que seja interessante para o usuário e que envolva recomendar produtos no processo, aproveitando o fato de que todos os amigos do usuário já estão na rede social e que basta um clique para compartilhar uma recomendação com todos eles.
O presidente internacional de online da Nielsen, Jonathan Carson, diz o seguinte:
“A explosão do consumer-generated media (CGM) nos últimos anos significa que a confiança dos consumidores na opinião de outras pessoas, conhecidos ou desconhecidos, no processo de decisão de compra, aumentou significativamente”.
Quando a conexão entre amigos na internet estiver além dos sites de redes sociais, o impacto nas vendas será ainda maior. E isso já começou.
No futuro (e só podemos falar sobre esse futuro porque ele já chegou) “a rede social” na internet estará um nível acima dos sites fechados que hoje chamamos de redes sociais.
Isso, somado a uma profusão de APIs abertas, aplicativos e plataformas opensource, trará (e já está trazendo) uma verdadeira revolução no poder que o consumidor terá de se fazer ouvir por sua própria rede e causar impacto direto nas vendas.
Esta história só está começando.
Fonte: Webinsider

Spam
Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seria suficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.
Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de 3,1 milhões de carros por ano.
A empresa estima que 62 trilhões de e-mails spam foram enviados em 2008.
Segundo o estudo, mais da metade da energia consumida por spams é provocada por usuários perdendo tempo em frente ao computador selecionando e apagando e-mails e procurando as mensagens que são realmente relevantes.
O estudo da McAfee, empresa que oferece serviços antispam, afirma que sistemas de filtragem de e-mails indesejados economizam 135 bilhões de kilowatts-hora por ano – o que teria o mesmo impacto ambiental de se retirar 13 milhões de carros das ruas por ano.
Fonte: Globo.com
São Paulo – Estudo “O futuro da mídia” mostra que brasileiro com web passa 32,5 horas semanais conectado, contra 9,8 horas em frente à TV.
O brasileiro com acesso à internet passa uma média de 32,5 horas semanais, cifra mais de três vezes maior que as 9,8 horas passadas em frente à TV, segundo estudo “O futuro da mídia” da Deloitte.
A preferência pela web, seja ela para fins pessoais ou profissionais, fica claro também quando se percebe que ver filmes em casa e usar a internet são as duas atividades preferidas dos brasileiros, citadas por 55% e 53%, na ordem.
Assistir canais de televisão aparece apenas em terceiro lugar, com 46% das preferências, seguido por ouvir música (36%) e ir ao cinema (30%).
As duas atividades também se misturam: dois terços dos que assistem TV afirmam que executam outra tarefa enquanto estão no sofá, como navegar na internet, ver e-mails e acessar sites.
O estudo indica também que 81% dos 1.022 brasileiros entrevistados consideram o computador uma ferramenta de entretenimento mais importante que a televisão.
As ferramentas de edição multimídia contribuem diretamente para a preferência pelo computador, já que 83% dos entrevistados afirmaram que usam seu tempo fazendo seu próprio conteúdo de entretenimento, como vídeos, fotos e músicas.
Fonte: IDG Now!
Sinta-se à vontade para entrar em contato com a Click Interativo e agende uma visita para irmos até você.