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	<title>Click Interativo Mulitmídia &#187; Pesquisas</title>
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	<description>Blog da Agência Digital Click Interativo Mulitmídia</description>
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		<title>Aplicativos sociais ampliam vendas na internet</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 13:02:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Social]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aplicativos rodando em redes sociais geram recomendações de produtos e ampliam o poder do boca-a-boca. Bom para o e-commerce, que poderá vender mais apoiado em confiança e reputação.
Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-275" title="Números" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Numeros.jpg" alt="Números" width="560" height="230" /></p>
<p>Aplicativos rodando em redes sociais geram recomendações de produtos e ampliam o poder do boca-a-boca. Bom para o e-commerce, que poderá vender mais apoiado em confiança e reputação.</p>
<p>Comprar bem comprado e vender bem vendido. Comércio é uma coisa muito simples, e muito antiga. A base é a mesma de sempre. Mas (ainda, como sempre) o mundo está mudando e com ele todas as regras básicas sofrem alterações e ganham complexidade.</p>
<p>Uma coisa que não mudou nessa história é o boca-a-boca. Eu confio mais no que meu amigo diz sobre um produto do que no que o vendedor diz – é um jogo de interesses, o meu amigo ganha reputação, seja elogiando seja falando mal, enquanto a percepção geral é a de que o vendedor só ganha se falar bem.</p>
<p>Usuário confia mais em opiniões pessoais. Veja a tabela abaixo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-276" title="Numeros_09-09" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Numeros_09-09.jpg" alt="Numeros_09-09" width="537" height="429" /></p>
<p>Uma pesquisa recente da Nielsen mostra que isso é verdade também na web: no mundo inteiro consumidores confiam mais na opinião de estranhos (70%) ou de conhecidos (90%) do que em qualquer outro tipo de propaganda.</p>
<p><strong>A web trouxe os aplicativos sociais</strong></p>
<p>Uma coisa que mudou radicalmente a maneira como nos relacionamos (entre nós e com os bens de consumo) foi o software e a rede: a web.</p>
<p>Desde o início a web trouxe consigo aplicativos que ajudavam as pessoas a se relacionarem e se comunicarem, como o e-mail e os fóruns, entre outros: aplicativos sociais.</p>
<p>E surgiram os grandes jardins fechados que conseguiram quase “monopolizar” a mediação das relações entre amigos: as grandes redes sociais como Orkut, Facebook e MySpace. Essas redes sociais amplificaram o boca-a-boca: quanto maior a facilidade de comunicação, maior o impacto da opinião do consumidor nas vendas.</p>
<p>Os aplicativos ajudaram Facebook a sair na frente na guerra das redes sociais. OpenSocial segue a tendência.</p>
<p>Os jardins fechados não funcionam muito bem na web, ambiente arquitetado para ser aberto. Quem primeiro entendeu isso e executou a estratégia de maneira magistral foi o Facebook, que abriu sua plataforma para que qualquer outra empresa, qualquer desenvolvedor possa criar aplicativos sociais dentro da sua rede.</p>
<p>As outras redes não puderam ficar fora da tendência e chegaram muito depois, mas de maneira ainda mais aberta, criando um padrão livre para aplicativos sociais que seria implementado em todas as outras redes sociais exceto o Facebook: o OpenSocial.</p>
<p>Empresas de e-commerce podem aproveitar os aplicativos em redes sociais para gerar recomendações de produtos do usuário para amigos. Criando aplicativos como estes e adicionando-os como módulos em redes sociais, as lojas virtuais podem finalmente aproveitar de maneira relevante o poder da opinião dos consumidores e o seu impacto na decisão de compra.</p>
<p>Um bom exemplo é o Reading List da Amazon, no LinkedIn. É um aplicativo no qual o usuário pode adicionar os livros que leu ou está lendo e assim enriquecer seu perfil profissional.</p>
<p>Listas de desejos, listas de casamento, produtos que representem meus gostos pessoais, produtos que eu recomendo para amigos, aplicativos que são úteis para nichos específicos e que envolvem produtos…</p>
<p>As idéias não acabam e todas têm algo em comum: um mote que seja interessante para o usuário e que envolva recomendar produtos no processo, aproveitando o fato de que todos os amigos do usuário já estão na rede social e que basta um clique para compartilhar uma recomendação com todos eles.</p>
<p>O presidente internacional de online da Nielsen, Jonathan Carson, diz o seguinte:</p>
<blockquote><p>“A explosão do consumer-generated media (CGM) nos últimos anos significa que a confiança dos consumidores na opinião de outras pessoas, conhecidos ou desconhecidos, no processo de decisão de compra, aumentou significativamente”.</p></blockquote>
<p>Quando a conexão entre amigos na internet estiver além dos sites de redes sociais, o impacto nas vendas será ainda maior. E isso já começou.</p>
<p>No futuro (e só podemos falar sobre esse futuro porque ele já chegou) “a rede social” na internet estará um nível acima dos sites fechados que hoje chamamos de redes sociais.</p>
<p>Isso, somado a uma profusão de APIs abertas, aplicativos e plataformas opensource, trará (e já está trazendo) uma verdadeira revolução no poder que o consumidor terá de se fazer ouvir por sua própria rede e causar impacto direto nas vendas.</p>
<p>Esta história só está começando.</p>
<p><em>Fonte:</em> Webinsider</p>
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		<title>Energia gasta em spams alimentaria 2,4 milhões de casas</title>
		<link>http://blog.clickinterativo.com.br/2009/04/energia-gasta-em-spams-alimentaria-24-milhoes-de-casas/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 16:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seria suficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.
Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_58" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><img class="size-full wp-image-58" title="Spam" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/Spam1.jpg" alt="Spam" width="560" height="230" /><p class="wp-caption-text">Spam</p></div>
<p>Uma pesquisa feita por uma empresa de softwares afirma que a circulação dos e-mails indesejados (ou spams) consome cerca de 33 bilhões de kilowatts hora por ano, o que seria suficiente para suprir 2,4 milhões de casas com energia elétrica no mesmo período.</p>
<p>Nos cálculos da empresa McAfee, a produção dessa energia causa emissões de gases do efeito estufa equivalentes às de 3,1 milhões de carros por ano.</p>
<p>A empresa estima que 62 trilhões de e-mails spam foram enviados em 2008.</p>
<p>Segundo o estudo, mais da metade da energia consumida por spams é provocada por usuários perdendo tempo em frente ao computador selecionando e apagando e-mails e procurando as mensagens que são realmente relevantes.</p>
<p>O estudo da McAfee, empresa que oferece serviços antispam, afirma que sistemas de filtragem de e-mails indesejados economizam 135 bilhões de kilowatts-hora por ano &#8211; o que teria o mesmo impacto ambiental de se retirar 13 milhões de carros das ruas por ano.</p>
<p>Fonte: Globo.com</p>
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		<title>Brasileiros gastam 3 vezes mais tempo com web que com TV</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Mar 2009 19:33:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas]]></category>

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		<description><![CDATA[São Paulo &#8211; Estudo &#8220;O futuro da mídia&#8221; mostra que brasileiro com web passa 32,5 horas semanais conectado, contra 9,8 horas em frente à TV.
O brasileiro com acesso à internet passa uma média de 32,5 horas semanais, cifra mais de três vezes maior que as 9,8 horas passadas em frente à TV, segundo estudo &#8220;O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo &#8211; Estudo &#8220;O futuro da mídia&#8221; mostra que brasileiro com web passa 32,5 horas semanais conectado, contra 9,8 horas em frente à TV.</p>
<p>O brasileiro com acesso à internet passa uma média de 32,5 horas semanais, cifra mais de três vezes maior que as 9,8 horas passadas em frente à TV, segundo estudo &#8220;O futuro da mídia&#8221; da Deloitte.</p>
<p>A preferência pela web, seja ela para fins pessoais ou profissionais, fica claro também quando se percebe que ver filmes em casa e usar a internet são as duas atividades preferidas dos brasileiros, citadas por 55% e 53%, na ordem.</p>
<p>Assistir canais de televisão aparece apenas em terceiro lugar, com 46% das preferências, seguido por ouvir música (36%) e ir ao cinema (30%).</p>
<p>As duas atividades também se misturam: dois terços dos que assistem TV afirmam que executam outra tarefa enquanto estão no sofá, como navegar na internet, ver e-mails e acessar sites.</p>
<p>O estudo indica também que 81% dos 1.022 brasileiros entrevistados consideram o computador uma ferramenta de entretenimento mais importante que a televisão.</p>
<p>As ferramentas de edição multimídia contribuem diretamente para a preferência pelo computador, já que 83% dos entrevistados afirmaram que usam seu tempo fazendo seu próprio conteúdo de entretenimento, como vídeos, fotos e músicas.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> IDG Now!</p>
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