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	<title>Click Interativo Multimídia &#187; Lei</title>
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	<description>Blog da Agência Digital Click Interativo Multimídia</description>
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		<title>Nova lei eleitoral que permite uso da web em campanhas é aprovada</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 14:15:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
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		<description><![CDATA[Poucos deputados da Câmara se manifestaram contra texto, que libera uso de blogs e redes sociais nas campanhas eleitorais de 2010. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8/7), o projeto de lei que trata da reforma eleitoral. Poucos deputados se manifestaram contra a emenda substitutiva global apresentada pelo relator Flávio Dino (PCdoB-MA). Entre os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-270" title="Congresso Nacional" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Congresso.jpg" alt="Congresso Nacional" width="560" height="230" /></p>
<p>Poucos deputados da Câmara se manifestaram contra texto, que libera uso de blogs e redes sociais nas campanhas eleitorais de 2010.</p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (8/7), o projeto de lei que trata da reforma eleitoral. Poucos deputados se manifestaram contra a emenda substitutiva global apresentada pelo relator Flávio Dino (PCdoB-MA).</p>
<p>Entre os avanços do texto aprovado, está a liberação da internet nas campanhas &#8211; de blogs a redes sociais -, com algumas regras de proteção dos candidatos, dos partidos e da sociedade. Para as Eleições de 2008, era permitido o uso apenas de uma página oficial, sob o domínio &#8216;can.br&#8217;.</p>
<p>O projeto agora será encaminhado para o Senado Federal e, se aprovado e promulgado até o início de outubro, as novas regras eleitorais valerão para as eleições de 2010.</p>
<p>&#8220;O uso da internet, se empregado de forma ética, responsável e respeitando a legislação em vigor, será uma poderosa ferramenta capaz de influenciar no resultado de uma eleição. Prova disto foi o uso das modernas tecnologias durante a campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos&#8221;, aponta o advogado Hélio Camargo de Abreu, sócio da Mariani &amp; Santos Advogados Associados, em um artigo sobre o tema, enviado por e-mail.</p>
<p>Segundo Abreu, o candidato deve observar as regras para não ter os recursos contra ele. &#8220;O candidato também será responsabilizado por opiniões deixadas pelos visitantes nos canais eletrônicos. Se permitir, por exemplo, que opiniões de caráter difamatório permaneçam nestes espaços, o candidato poderá ser responsabilizado&#8221;, explica.</p>
<p>Por isso, o advogado acredita que o direito de resposta será um desafio no meio digital. &#8220;Os comentários ofensivos se espalham rapidamente pela internet&#8221;, diz. Este fator exigirá a &#8220;criação de estratégias para fornecer respostas rápidas aos atos ilícitos perpetrados por profissionais da imprensa, partidos políticos ou mesmo eleitores.&#8221;</p>
<p>Com a reforma eleitoral, &#8220;aumentaram as responsabilidades dos candidatos e cabe a eles estarem estruturados, tanto para aproveitar este novo canal como para se prevenir contra oponentes mal intencionados&#8221;, opina Abreu.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> IDG Now!</p>
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		<title>Aprovada, lei eleitoral pró-web vai a Senado</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 01:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Senado]]></category>

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		<description><![CDATA[Na noite de ontem (8), a Câmara dos Deputados terminou o processo de apreciação de todos os destaques e emendas que visavam alterar o texto apresentado pelo relator Flávio Dino, deputado federal pelo PCdoB (MA). O projeto aprovado, entre outras reformas, insere regras para o uso geral da internet nas campanhas eleitorais, e agora vai [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_198" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><img class="size-full wp-image-198" title="Senado Federal" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Congresso.jpg" alt="Congresso" width="560" height="230" /><p class="wp-caption-text">Senado Federal</p></div>
<p>Na noite de ontem (8), a Câmara dos Deputados terminou o processo de apreciação de todos os destaques e emendas que visavam alterar o texto apresentado pelo relator Flávio Dino, deputado federal pelo PCdoB (MA).</p>
<p>O projeto aprovado, entre outras reformas, insere regras para o uso geral da internet nas campanhas eleitorais, e agora vai para discussão e votação no Senado Federal. Se o projeto for alterado na votação dos senadores ele terá que retornar à Câmara.</p>
<p>A proposta aprovada ontem prevê que os candidatos possam usar blogs, redes sociais, microblogs e sites de mensagens instantâneas para realizar a campanha, porém, só será permitido conteúdos permitidos pelo candidato, partido ou coligação. Textos de terceiros estão proibidos.</p>
<p>Até o momento, os candidatos só podem utilizar sites com domínio &#8220;.can.br&#8221;, o que deve mudar caso a nova lei seja aprovada.</p>
<p>Na internet, segundo o projeto de lei, valerá o princípio de direito de resposta que já acontece na televisão. Se houver calúnia ou difamação, os candidatos terão espaço para responder nos veículos online.</p>
<p>Os candidatos também poderão enviar mensagens eletrônicas, seja por SMS ou por newsletter, para endereços cadastrados em sites próprios, do partido ou da coligação. Mas é obrigatório que todas as equipes de campanha insiram um mecanismo que permita que o eleitor pare de receber as mensagens e saia do cadastro em 48 horas.</p>
<p>Outro item do projeto aprovado pela Câmara é a possibilidade dos usuários comuns usarem ferramentas produzidas individualmente para declararem apoio a candidatos em blogs ou sites pessoais – desde que não ofendam outros políticos.</p>
<p>A publicidade online também foi regulamentada no projeto. Mas deve ganhar restrições e deve ser um dos mais debatidos no Senado.</p>
<p>Portais de internet com conteúdo editorial poderão promover debates entre os candidatos desde que dois terços dos candidatos aptos para o pleito concordem (para as eleições presidente, governado e senador) ou a aceitação de pelo menos dois terços dos partidos ou coligações com candidatos (para as eleições de deputados estaduais e federais).</p>
<p>Para valer nas eleições do ano que vem, o projeto da reforma eleitoral precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado pelo presidente da República até o começo de outubro, um ano antes da eleição de 2010.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Info Exame</p>
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