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	<title>Click Interativo Mulitmídia &#187; Linguagens</title>
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	<description>Blog da Agência Digital Click Interativo Mulitmídia</description>
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		<title>HTML5: a cara da próxima web</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 19:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><img class="size-full wp-image-64" title="HTML" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/06/HTML.jpg" alt="HTML" width="560" height="230" /><p class="wp-caption-text">HTML</p></div>
<p>Quem acessa a internet desde seu início comercial – meados dos anos 90 – acompanhou a evolução da rede mundial em diversos aspectos. Um dos pontos que mais sofreu mutações foi a interface: de páginas estáticas e meramente informativas, até interações complexas permitidas por meio de tecnologias como o Ajax. Por trás de todo esse desenvolvimento, está uma linguagem que poucos vêem, mas que é a base de um mundo de páginas da web: o HTML, casamento entre os padrões HyTime e SGML, que surgiu no início dos anos 90.</p>
<p>Depois de mais de dez anos do lançamento da última versão da linguagem, o HTML 4, o Web Hypertext Application Technology Working Group está dando os últimos passos para anunciar a tão esperada versão 5. A último draft foi anunciado no início do ano e as cerca de 500 empresas que participam do grupo devem enviar suas correções e sugestões até o final de junho de 2009. A partir daí, cria-se o padrão de fato para que aplicações e browsers possam se adequar às novas funcionalidades.</p>
<p><strong>Novas funções</strong><br />
“A ideia é que ele seja liberado em 2010. O principal destaque do HTML 5 é a possibilidade de agregar no código comando para áudio e vídeo”, afirma Vagner Diniz, gerente geral do W3C Escritório Brasil, consórcio que define os padrões técnicos a serem utilizados na web. São comandos específicos no lugar das tags quebra-galhos usadas hoje em dia. As famosas object e embed poderão ser substituídas pelas etiquetas e , para inclusão dos respectivos objetos multimídia.</p>
<p>As novas tags trazem funções interessantes de maneira nativa, excluindo a necessidade de embutir elementos externos nas páginas. Funções obtidas com o uso de Ajax, como os movimentos de arrastar-e-soltar itens de uma página, poderão ser chamadas direto do código HTML. “O Javascript faz referência a elementos do HTML. Como o HTML terá novos elementos, então o Ajax também será aprimorado”, afirma Carlos Ceccone, analista de projetos do W3C.</p>
<p>Aplicações baseadas na web também serão mais ágeis, pois menos dados serão requisitados de servidores. O HTML 5 inclui a possibilidade de inserir APIs dentro do código. O acesso local às informações facilitará funções de cache, busca e o acesso off-line de serviços da web. O plugin Google Gears, por exemplo, já é compatível com HTML 5, assim como o Adobe Air. Mas o grande burburinho começou após a apresentação do novo Gmail para dispostivos móveis que já utiliza recursos do HTML5, como pode ser visto na apresentação do VP de engenharia do Google, Vic gundotra.</p>
<p>Diniz também atenta para a limpeza do código. Uma mesma página escrita em HTML 5 será bem mais simples do que a em HTML 4. Para o desenvolvedor, ficará muito mais simples de programar. É possível ver uma comparação de uma página de um blog escrita nas duas versões da linguagem no site Hobo Web.</p>
<p>Outra novidade é a incorporação de funcionalidades de tecnologias para gráficos dinâmicos, como o Flash e o Silverlight. Será possível criar animações com gráficos vetoriais diretamente no código, com o uso da tag &lt;canvas&gt;. A web semântica também começa a aparecer no HTML 5 – em vez de enxergar um elemento título, legenda ou parágrafo, a linguagem conseguirá interpretar o conteúdo que está naquela caixa de texto.</p>
<p><strong>Navegadores compatíveis</strong><br />
Mas não basta o padrão HTML chegar em sua versão 5 e os browsers não se adequerem para conseguir a renderização completa das novas funcionalidades. A página na Wikipedia lista não só as novidades do HTML 5, como mostra qual ferramenta já faz a renderização adequada das novidades.</p>
<p>Cada browser tem seu engine ou adota um já existente. O Internet Explorer, inclusive na recente versão 8, utiliza o Trident. O Gecko, da fundação Mozilla, é utilizado pelo browser Firefox, entre outros; o WebKit, desenvolvido pela Apple a partir do engine de código aberto KHTML, é usado no Safári, no Google Chrome e nos celulares Nokia. Já o Presto é a ferramenta do Opera.</p>
<p>O W3C disponibiliza regurlarmente um estudo com comparações entre HTML 4 e 5, na medida em que a recomendação HTML 5 avança.</p>
<p><strong>Fonte: </strong>Info OnLine</p>
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