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	<title>Click Interativo Mulitmídia &#187; Senado</title>
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		<title>Aprovada, lei eleitoral pró-web vai a Senado</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 01:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Click Interativo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_198" class="wp-caption alignnone" style="width: 570px"><img class="size-full wp-image-198" title="Senado Federal" src="http://blog.clickinterativo.com.br/wp-content/uploads/2009/07/Congresso.jpg" alt="Congresso" width="560" height="230" /><p class="wp-caption-text">Senado Federal</p></div>
<p>Na noite de ontem (8), a Câmara dos Deputados terminou o processo de apreciação de todos os destaques e emendas que visavam alterar o texto apresentado pelo relator Flávio Dino, deputado federal pelo PCdoB (MA).</p>
<p>O projeto aprovado, entre outras reformas, insere regras para o uso geral da internet nas campanhas eleitorais, e agora vai para discussão e votação no Senado Federal. Se o projeto for alterado na votação dos senadores ele terá que retornar à Câmara.</p>
<p>A proposta aprovada ontem prevê que os candidatos possam usar blogs, redes sociais, microblogs e sites de mensagens instantâneas para realizar a campanha, porém, só será permitido conteúdos permitidos pelo candidato, partido ou coligação. Textos de terceiros estão proibidos.</p>
<p>Até o momento, os candidatos só podem utilizar sites com domínio &#8220;.can.br&#8221;, o que deve mudar caso a nova lei seja aprovada.</p>
<p>Na internet, segundo o projeto de lei, valerá o princípio de direito de resposta que já acontece na televisão. Se houver calúnia ou difamação, os candidatos terão espaço para responder nos veículos online.</p>
<p>Os candidatos também poderão enviar mensagens eletrônicas, seja por SMS ou por newsletter, para endereços cadastrados em sites próprios, do partido ou da coligação. Mas é obrigatório que todas as equipes de campanha insiram um mecanismo que permita que o eleitor pare de receber as mensagens e saia do cadastro em 48 horas.</p>
<p>Outro item do projeto aprovado pela Câmara é a possibilidade dos usuários comuns usarem ferramentas produzidas individualmente para declararem apoio a candidatos em blogs ou sites pessoais – desde que não ofendam outros políticos.</p>
<p>A publicidade online também foi regulamentada no projeto. Mas deve ganhar restrições e deve ser um dos mais debatidos no Senado.</p>
<p>Portais de internet com conteúdo editorial poderão promover debates entre os candidatos desde que dois terços dos candidatos aptos para o pleito concordem (para as eleições presidente, governado e senador) ou a aceitação de pelo menos dois terços dos partidos ou coligações com candidatos (para as eleições de deputados estaduais e federais).</p>
<p>Para valer nas eleições do ano que vem, o projeto da reforma eleitoral precisará ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e sancionado pelo presidente da República até o começo de outubro, um ano antes da eleição de 2010.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Info Exame</p>
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